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Tronco de Natal Algarvio

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Hoje vou partilhar a melhor receita, para mim, de Tronco de Natal, que todos os anos a minha querida mãe fazia, para nos adoçar a boca. Ainda hoje o faço, para que as memórias familiares continuem vivas, nos nossos sentidos: o maravilhoso cheiro a chocolate; o gosto único da união perfeita dos sabores a chocolate negro, misturado com a amêndoa, ligada à chila e aos ovos moles e finalmente a visão de um verdadeiro tronco exibido com orgulho na mesa de Natal, em memória à minha mãe. Ingredientes Massa base: 1 chávena almoçadeira de ovos moles 2 chávenas almoçadeiras de amêndoa sem pele e moída 2 chávenas de doce de abóbora chila (pode ser frasco de compra) Cobertura: 250g de chocolate preto para culinária (pode ser Belleville) 1 colher de sopa de manteiga 2 colheres de sopa de açúcar fino 1 cálice de leite Confeção: Primeiro confecionam-se os:   Ovos Moles da seguinte maneira: Separam-se as gemas de seis ovos (guardam-se as claras para outro...

Epanadilhas (Azevias) de Batata Doce

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Na minha família, o Natal era uma festa de cheiros quentes, de fritos, canela, laranjas, perú e de tantos outros de iguarias, que a minha mãe só fazia  naquela quadra. Risos e canções de Natal enchiam a casa de meus pais, numa alegria contagiante a todos os membros da família, que  aí se reuniam, para festejar juntos a Ceia e o Almoço de Natal. Uma das cenas típicas, que jamais esquecerei, era a de todos ajudarmos a sovar a massa, das empanadilhas, para que estas ficassem tenras, assim dizia a minha mãe! Vingava-mo-nos a bater na massa, como se esta fosse nossa inimiga, rival ou até sogra, na opinião do meu cunhado Carlos, em tom brincalhão. Por isso recordando esse tempo, vou começar a preparar o Natal convosco, passando-vos estas receitas, que foram partilhadas de geração em geração na minha família, fazendo sempre parte do nosso menu Natalício. A primeira de todas só podia ser então as célebres Empanadilhas de Batata Doce. INGREDIENTES: 1/2 Kg de Farinha de Trigo...

BOLO CHIFFON DE CHOCOLATE

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INGREDIENTES: 8 Ovos 1+3/4 (chávenas almoçadeiras) de Farinha de trigo (tipo 55 ou Branca de Neve) 1+3/4 (chávena almoçadeira) de Açúcar 1/2 (chávena almoçadeira) de óleo de milho ou girassol 1/2 (chávena almoçadeira) de cacau ou se preferir metade chocolate metade cacau 3/4 (chávena almoçadeira) 1 (colher de sopa) de fermento royal 1(colher de chá) de bicarbonato sódio    Desfaz-se o cacau na chávena de água quente e reserva-se. Separam-se as gemas das claras e batem-se as gemas com o açúcar até ficar um creme esbranquiçado. Junta-se aos poucos a farinha (previamente peneirada) com o fermento, e acrescenta-se o cacau já desfeito e morno e de seguida o óleo. No final envolve-se com cuidado as claras (com o bicarbonato de sódio) batidas em castelo, sem bater muito. Vai ao forno previamente aquecido a 170º (10 m antes) em forma grande e com chaminé (buraco no meio) untada de óleo, durante mais ou menos 40 a 45 minutos. RECHEIO: 4 (colheres de s...

A Cozinha - Fonte de Inspiração e Partilha

    Neste espaço vou registar as minhas melhores receitas. Receitas que experimentei ao longo dos anos e que herdei de familiares, de amigos próximos e ainda de livros antigos que desde nova comecei a colecionar.     Esta será a história dos sabores, dos aromas, de rituais feitos de pequeno gestos executados nas cozinhas onde dei os primeiros passos, onde provei os primeiros rebuçados feitos, com mestria, pelas mãos vermelhas e quentes da minha avó Francisca Pestana (mãe de meu pai), mãos rápidas a enrolar caramelo a escaldar, numa enorme mesa de mármore.    Foi ela também que ensinou, à minha mãe, a fazer a massa folhada à antiga portuguesa, para confecionar os deliciosos Pastéis de Nata, receita de família que era guardada no segredo dos anjos...     Mas foi na cozinha da minha avó materna, Maria do Carmo Correia, que aprendi a amassar pão e a fazer Tiborna (pão quente com azeite e alho) que me deixava lambuzada de prazer.  ...